Delirando é que se faz poesia, é que se faz comédia, é que se faz coisa séria, é que se faz. Delirar não é sinônimo de loucura. Pelo menos aqui nesse blog os textos de Célia Pinheiro, Diana Paula, Flávia Berredo e Michel Oliveira não são loucos, apenas fora do comum. Fugindo do senso comum tentaremos mostrar verdades. O dia-a-dia está repleto de fatores que fazem a sociedade rir, chorar, gargalhar, cair em prantos, se surpreender, pasmar, calar, falar, suportar. Confira, nos próximos posts, textos sagazes de quatro futuros jornalistas, se aventurando em todas as possibilidades da língua portuguesa combinadas com situações vividas ou vistas, sem nenhum vício, muito menos de linguagem.
Bem-vindos ao Delírios Relevantes!
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